Um dos objetivos na Citroën é estar na vanguarda da inovação, substituindo os seus modelos emblemáticos por outros ainda mais inovadores. O Traction Avant elevou a fasquia, o Citroën DS que lhe sucedeu fez ainda melhor. E quando este último começou a perder o fulgor, foi a vez do Citroën CX assumir o testemunho de forma brilhante. Tal como os seus antecessores, o CX irá satisfazer todos os possíveis clientes ao propor uma versão carrinha que iria fazer as delícias das famílias e dos profissionais.

Apresentado oficialmente em agosto de 1974, o Citroën CX desde logo conquistou o público e a imprensa especializada pelo conforto e pelas suas aptidões dinâmicas, sendo recompensado pelo Prémio do Carro do Ano logo no ano seguinte.
Tal facto levou a marca francesa a continuar a desenvolver a gama com novas versões, entre as quais, o CX Break que se tornaria uma das suas versões de referência.

Este chega ao mercado no ano de 1976, apesar de oferecer uma maior habitabilidade em relação ao DS, o Citroën CX era mais curto. Pelo que, para que a carrinha pudesse oferecer uma boa capacidade de carga, o CX Break viu o seu chassis crescer 25 cm. Com um comprimento interior de 2,03 m com os bancos traseiros rebatidos, oferecia todas as qualidades de conforto, aderência à estrada e travagem da berlina.

A suspensão com correção da altura ao solo é particularmente interessante quando a carrinha está carregada. É uma das carrinhas mais espaçosas e rápidas do mercado!
Disponível com motores a gasolina ou a gasóleo, o Citroën CX Break propõe nas versões a gasolina a opção C-Matic, uma caixa de velocidades semi-automática.

A partir do mês Outubro, é proposta uma versão familiar com dois bancos traseiros, que permitia aumentar a lotação para oito lugares.
O CX Enterprise surge na Primavera de 1984, a última e única versão comercial do CX Break. Apesar de ter apenas dois lugares à frente e de as portas traseiras estarem trancadas, esta carrinha de 4,92 metros de comprimento oferecia um volume útil recorde de 2.172 dm3.

Com a chegada do seu substituto, a produção do Citroën CX termina em 1989. Sendo a carrinha uma das referências do mercado, contando por entre os seus maiores adeptos com os condutores de ambulância, continuou a sua carreira até 1991 sob o nome CX Evasion.
